HISTÓRIAS QUE CONECTAM

Polícia Federal e Forças de Segurança cumprem mandados contra integrantes de facção em Feira de Santana

Foto: Divulgação/ASCOM/DPF

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Bahia - FICCO/BA deflagrou, na quarta-feira (18), a Operação Epílogo, no âmbito da Operação Força Integrada, iniciativa nacional realizada simultaneamente em 15 estados da federação para combater o crime organizado.

Durante as diligências da FICCO/BA, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão, nas cidades de Feira de Santana e São Paulo. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Feira de Santana.

As investigações e ações ostensivas têm como foco a desarticulação de um subgrupo criminoso vinculado a facção criminosa de atuação violenta, responsável por uma série de crimes graves, dentre eles: tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo, cobrança violenta de dívidas, homicídios, lesões corporais e ameaças sistemáticas à população. As condutas criminosas ocorriam, principalmente, no município de Feira de Santana e em cidades da região.

As investigações relacionadas à atuação desse grupo foram intensificadas após a prisão de sua principal liderança, ocorrida na cidade de São Paulo, durante a deflagração da Operação Último Ato, em 2 de junho de 2025. Mesmo após a prisão da liderança, verificou-se a manutenção das atividades criminosas, o que reforçou a necessidade da presente ação repressiva integrada.

A ação contou com a participação das Rondas Especiais Leste, do Comando de Policiamento da Região Leste – PMBA; da 9ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes, da 1ª COORPIN –PCBA e da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização- SEAP/BA.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) foi criada com base no conceito de força-tarefa e tem como objetivo fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas por meio da atuação conjunta das instituições de segurança pública.

A iniciativa reúne polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Senappen, Polícia Rodoviária Federal e Secretarias de Segurança Pública estaduais, em modelo de cooperação técnica e operacional coordenado pela Polícia Federal, sem hierarquia entre as forças participantes.

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