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Vendas do varejo baiano crescem 2,7% em fevereiro de 2026, diz IBGE

Foto: Acervo IBGE

De janeiro para fevereiro de 2026, as vendas do varejo na Bahia apresentaram crescimento (2,7%), na comparação livre de influências sazonais (que desconsidera os efeitos de eventos recorrentes, como Natal, Páscoa, etc.). O estado voltou a apresentar resultado positivo, após ter tido queda na passagem de dezembro de 2025 para janeiro de 2026 (-1,2%).

O aumento das vendas do comércio baiano foi o segundo maior aumento entre todos os estados do Brasil, ficando abaixo somente do registrado no Paraná (2,9%) e acima do índice do país como um todo (0,6%). Das 27 unidades da Federação, 17 apresentaram resultados positivos nesse comparativo. Mato Grosso (-3,6%), Amazonas (-3,2%) e Maranhão (-3,2%) tiveram as maiores retrações. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE.

Na comparação de fevereiro de 2026 com fevereiro de 2025, as vendas do varejo na Bahia seguiram em alta (3,2%), registrando o décimo aumento seguido (crescem desde abril de 2025). Foi, também, um avanço acima do nacional (0,2%) e o sexto maior entre as 16 unidades da Federação com resultados positivos. Os melhores índices, neste comparativo, foram registrados em Pernambuco (10,1%), Acre (8,1%) e Distrito Federal (4,8%). Já Amazonas (-7,2%), Pará (-5,3%), Espírito Santo (-4,7%) e Maranhão (-4,7%) tiveram os maiores recuos.

Com os resultados do mês, as vendas do varejo baiano seguiram em alta no acumulado nos dois primeiros meses de 2026 (3,6%). O resultado é superior ao registrado no Brasil como um todo (1,5%) e o sexto crescimento entre os 22 estados com resultados positivos. Os maiores aumentos das vendas, no primeiro bimestre, ocorreram no Pernambuco (12,2%), Acre (6,7%) e Rondônia (6,0%).

No acumulado nos 12 meses encerrados em fevereiro, as vendas do varejo baiano também crescem (3%), acima do indicador nacional (1,4%), apresentando o décimo avanço entre as unidades da Federação, empatado com o de Alagoas (3,0%). Dos 27 estados, 22 tiveram resultados positivos nesse acumulado, liderados por Amapá (7,2%), Rio Grande do Norte (5,2%) e Santa Catarina (5,2%).

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