O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) encerrou, na noite deste domingo (13), a agenda de campanha pelo estado neste final de semana com um comício em Xique-Xique.
O evento fechou um fim de semana marcado por mobilizações em
diferentes regiões da Bahia. O candidato esteve ao lado dos candidatos ao
Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) e do ex-prefeito Reinaldo
Braga Filho.
Saúde
Durante o ato, ACM Neto reafirmou compromissos com saúde e
segurança pública, áreas que serão tratadas como prioridade, caso ele seja
eleito. Na cidade, em especial, firmou o compromisso de assumir uma parte dos
custos de reforma, ampliação, novos equipamentos e implantação de leitos de
Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no hospital de Xique-Xique.
“Quero assumir o compromisso que, se Deus me permitir ser
governador do Estado da Bahia, eu vou fazer uma parceria com a prefeitura de
Xique-Xique, vou chamar o prefeito Renanzinho e eu vou assumir uma parte dos
custos para reformar, ampliar, comprar equipamentos, contratar pessoal e
garantir que o hospital funcione para atender todos os casos de urgência e
emergência e eu vou colocar UTI no hospital de Xique-Xique”, afirmou.
Neto ainda reforçou a finalidade e importância do Pix Saúde,
proposta apresentada em seu plano de governo para desafogar a fila da
regulação, uma promessa feita pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) em 2022 e
que nunca foi cumprida.
“E tem mais uma coisa, quando faltar vaga na rede pública,
quando não tiver um leito hospitalar no hospital público, e houver um paciente
entre a vida e a morte, nós vamos implantar o Pix Saúde. Com o Pix Saúde o
governo vai pagar o tratamento para as pessoas mais pobres no hospital
particular, preservar a vida de quem estiver precisando de um atendimento
imediato”, destacou.
Segurança
ACM Neto ainda frisou que, se eleito, a Bahia terá um
governador com outra postura na agenda da segurança pública, “que não vai ficar
procurando culpados nem desculpas”, tal como faz o governador Jerônimo.
“Segurança é uma coisa que as famílias hoje exigem na Bahia. Outro dia, Jerônimo, em mais uma entrevista, disse que não queria mandar os bandidos para outros estados. Ele disse que enxergava a floresta, ou seja, ele olhava o Brasil, e para ele pouco importava se o bandido estava na Bahia, em Goiás ou Pernambuco. Eu quero ser governador para acabar com essa pouca vergonha em nosso Estado. Vamos botar para fora as facções criminosas. Bandido na Bahia será ou na cadeia ou bem longe do nosso Estado”, ressaltou.
