A Polícia Militar da Bahia registrou o aumento em diferentes indicadores de produtividade policial e redução nos registros de violência letal no Estado referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de agosto de 2026.
Entre janeiro e agosto, foram realizadas 10.451 prisões em
flagrante delito, contra 8.019 no mesmo período de 2025, crescimento de 30,3%,
o que representa 2.432 prisões a mais.
Também houve aumento em outros indicadores. As ações da
Corporação resultaram no registro de 6.277 Termos Circunstanciados de
Ocorrência (TCO), que se referem aos crimes de menor potencial ofensivo, alta
de 21,2%. Foram cumpridos 2.220 mandados de prisão, crescimento de 34,5%; e
1.118 adolescentes apreendidos, número 26% superior ao registrado no mesmo
período do ano anterior.
No período, foram registradas ainda 10.175 ocorrências
relacionadas a drogas, aumento de 29,3%, e 4.119 armas de fogo apreendidas,
crescimento de 6,4%. Até agosto, a PMBA realizou quase 5,2 milhões de
abordagens de pessoas, aumento de 16,4% em relação ao mesmo período de 2025.
CVLI registra redução de 21,3%
Entre janeiro e agosto, o número de ocorrências de Crime
Violento Letal Intencional (CVLI) passou de 2.718, em 2025, para 2.140, em
2026. Foram 578 ocorrências a menos, correspondendo a uma redução de 21,3%. Em
agosto, a redução foi de 29,7% em relação ao mesmo mês de 2025. Considerando os
meses de julho e agosto, a queda foi de 23,4%.
O indicador Mortes por Intervenção Legal de Agentes do
Estado (MILAE) também apresentou redução. No acumulado de janeiro a agosto,
foram 882 ocorrências em 2026, contra 1.077 no mesmo período de 2025, redução
de 18,1%. Em agosto, a redução foi de 34,9%.
Integração das forças de segurança
Os indicadores de segurança pública são resultado da atuação de diferentes instituições e de investimentos no setor. Além da Polícia Militar, participam desse processo a Polícia Civil, a Polícia Técnica, o Ministério Público, o Poder Judiciário, o sistema prisional, os municípios e outros órgãos públicos. A integração de informações, inteligência e o compartilhamento de dados contribuem para o planejamento das ações de segurança, a identificação de áreas com maior incidência criminal e o direcionamento do policiamento.
