Em 2025, o rendimento mensal domiciliar per capita médio do Brasil ficou em R$ 2.316. Na Bahia, foi de R$ 1.465. O rendimento mensal domiciliar per capita resulta da soma dos rendimentos de todas as fontes de cada morador do domicílio (trabalho, aposentadoria, investimentos, programas sociais etc.) dividida pelo total de moradores. Ele é um indicador internacional de condições de vida.
Em relação ao apurado em 2024 (R$ 1.366, em valores
correntes daquele ano), a renda domiciliar per capita média
na Bahia teve alta nominal (desconsiderando a inflação do período) de
7,2%, em um ano, o que representou mais R$ 99.
No Brasil como um todo, a renda domiciliar per
capita também cresceu em termos nominais frente a 2024, quando havia sido de R$
2.069: +11,9% ou mais R$ 121.
De 2024 para 2025, todas as 27 unidades da Federação
registraram altas nominais da renda domiciliar per capita média. O aumento
baiano (+7,2%) foi apenas o vigésimo terceiro mais intenso em termos
percentuais, ou o quinto menor. Distrito Federal (+31,8%), Roraima (+22,1%) e
Amazonas (+19,9%) tiveram os maiores aumentos, enquanto Mato Grosso (+2,6%),
Pará (+5,7%) e Espírito Santo (+6,5%) tiveram os mais tímidos.
Em termos absolutos (mais R$ 99), a Bahia teve o vigésimo
quarto aumento, ou o quarto menor, somente acima de Mato Grosso (mais R$ 59),
Pará (mais R$ 76) e Alagoas (mais R$ 91). Distrito Federal (mais R$ 1.094),
Minas Gerais (mais R$ 352) e Roraima (mais R$ 340) lideraram, com as altas
absolutas mais intensas.
Com um aumento menor do que a grande maioria dos estados, em
2025 a Bahia voltou a perder posições no ranking nacional do
rendimento mensal domiciliar per capita médio, caindo do vigésimo para o
vigésimo segundo lugar, ou do oitavo para o sexto menor.
Também tornou a ser o sexto maior rendimento per capita
entre os 9 estados do Nordeste (havia ido a quinto em 2024), superado novamente
pelo Piauí, cujo rendimento chegou a R$ 1.546 em 2025, com aumento nominal de
14,5% frente ao ano anterior.
Em 2025, Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.390) e Acre (R$
1.392) tinham os menores rendimentos domiciliares per capita do país. Os
maiores estavam em Distrito Federal (R$ 4.538), São Paulo (R$ 2.965) e Rio
Grande do Sul (R$ 2.839).
O rendimento médio domiciliar per capita baiano (R$ 1.465)
se manteve, em 2025, abaixo (-3,5%) do salário mínimo vigente (R$ 1.518), com
um discreto aumento na distância entre um e outro, em relação aos -3,3% de
2024.
A tabela a seguir mostra os rendimentos mensais domiciliares per capita em valores correntes de 2025 para o Brasil e unidades da Federação, por ordem decrescente.

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