Em fevereiro de 2026, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, a Bahia gerou 6.890 postos com carteira assinada (diferença entre 86.927 admissões e 80.037 desligamentos).
A Bahia, dessa forma, passou a contar com
2.245.506 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,31% sobre o
quantitativo do mês anterior. Os dados foram sistematizados pela
Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
No mês, quatro atividades registraram saldo
positivo. O segmento de Serviços (+3.876 vagas) foi o que mais
gerou postos. Em seguida vieram, Construção
(+1.958 vagas), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+788 empregos) e Indústria
geral (+676 vínculos). Em contrapartida, Comércio;
reparação de veículos automotores e motocicletas encerrou
postos formais de trabalho (-408 postos).
O Brasil preencheu 255.321 novas vagas e o
Nordeste contabilizou um ganho de 11.629 postos – alta de 0,53% e
elevação de 0,14% sobre o estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia
(+0,31%), portanto, exibiu aumento relativo inferior ao do país,
mas superior ao da região nordestina.
Segundo a especialista em produção de informações
econômicas, sociais e geoambientais da SEI, Lucigleide Nascimento, “a geração
de postos com registro em carteira em fevereiro de 2026 na Bahia teve
como destaque as vagas para Educação (+1.789 postos).
Das 27 unidades da Federação, houve crescimento do
emprego celetista em 24 delas. A Bahia apresentou o oitavo maior saldo. Em
termos relativos, a unidade baiana situou-se na 16ª posição.
No Nordeste, seis estados experimentaram alta do emprego formal, com a Bahia assinalando o melhor resultado. Ceará (+4.316 vínculos) foi o segundo melhor colocado da região. Em termos relativos, o estado baiano se situou na terceira posição.
