A empresa responsável pela execução dos serviços de duplicação da avenida Artêmia Pires, no bairro Sim, já iniciou a instalação do canteiro de obras. A duplicação da via, promovida pelo governo do prefeito José Ronaldo de Carvalho, envolve recursos que giram em torno de R$ 60 milhões e contempla um dos principais vetores de crescimento da cidade.
As obras de duplicação da avenida Artêmia Pires vão
contemplar o trecho que segue até a Lagoa de Berreca. As intervenções são
executadas com recursos próprios do município, e a empresa responsável pelos
serviços foi contratada por meio de licitação pública internacional.
De acordo com o diretor do Departamento de Obras da
Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) da Prefeitura de Feira de
Santana, Ianco Pinho, a empresa segue com a análise e execução do projeto e já
finalizou a atualização da topografia.
As intervenções fazem parte de compromisso assumido pelo
prefeito José Ronaldo de Carvalho com a comunidade. Ele recorda que, desde
2015, quando da inauguração do campus da FTC (atual Unex), a administração
municipal já observava aquela região da cidade como importante vetor de
crescimento.
Além da duplicação da avenida Artêmia Pires, o Governo
Municipal também executará obras de drenagem de águas pluviais, redes de
esgotamento sanitário, implantação de passeios, moderna iluminação pública,
além de sinalização horizontal e vertical.
As obras serão executadas ao longo da avenida Artêmia Pires,
contemplando o trecho entre a Unex (antiga FTC) e a avenida Fernando Pinto de
Queiroz com três pistas e, a partir daí até as imediações da Lagoa de Berreca,
com quatro pistas.
As intervenções também preveem a execução de obras de
infraestrutura para urbanização, com pavimentação asfáltica em CBUQ (Concreto
Betuminoso Usinado a Quente) de ruas e avenidas que ligarão a Artêmia Pires às
avenidas Sérgio Carneiro, Sílvio Matos e Eduardo Fróes da Motta (Anel de
Contorno).
A previsão dos técnicos da Prefeitura é de que as obras sejam concluídas em até 18 meses. Nesse mesmo período, a Embasa e a Bahiagás deverão executar as obras necessárias para a implantação de suas redes antes da realização da pavimentação asfáltica.
