A Operação Brilho do Amanhã terminou esta edição com 51 prisões realizadas em diferentes regiões da Bahia, entre os dias 24 e 27 de agosto. A iniciativa da Polícia Civil da Bahia, voltada ao combate de crimes contra crianças e adolescentes, também resultou na instauração de 38 inquéritos policiais, na apreensão de quatro armas e de 11 dispositivos eletrônicos. Do total de prisões, nove ocorreram em Salvador e 42 ocorreram no interior, nos municípios de Lauro de Freitas, Itagi, Seabra, Paulo Afonso, Ibipitanga, Muniz Ferreira, Vitória da Conquista, Poções, Esplanada, Ilhéus e Conceição do Coité.
A Operação Brilho do Amanhã também registrou prisões em
Valença, Serrinha, Jequié, Ribeira do Amparo, Iraquara, São Gonçalo dos Campos,
Itororó, Presidente Tancredo Neves, Heliópolis e Cairu.
“Os 51 presos nesta edição da Operação Brilho do Amanhã
representam um resultado histórico para a segurança pública da Bahia. Trata-se
de um número que dimensiona a força de uma operação voltada exclusivamente à
proteção de crianças e adolescentes e demonstra a capacidade da Polícia Civil
de atuar para retirar do convívio social pessoas investigadas, flagradas ou
condenadas por crimes contra esse público. Cada prisão representa uma ação
concreta para interromper ciclos de violência, proteger potenciais vítimas e
responsabilizar autores. A operação terá novos ciclos, com datas previstas,
onde teremos novos resultados”, destacou o delegado-geral adjunto de Operações,
Jorge Figueiredo.
Operação permanente
A Operação Brilho do Amanhã é uma ação permanente da Polícia
Civil da Bahia, realizada em ciclos e coordenada pelo Departamento de Proteção
à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV). A operação contou com o
apoio dos Departamentos de Polícia do Interior (DEPIN), Especializado de
Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), Especializado de
Investigações Criminais (DEIC), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de
Inteligência Policial (DIP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado
e à Lavagem de Dinheiro (DRACO) e de Polícia Metropolitana (DEPOM), além da
Coordenação de Operações Especiais (CORE). Também participaram o Departamento
de Polícia Técnica (DPT), a Polícia Militar da Bahia e a Secretaria de
Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP).
