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Feira de Santana registra saldo negativo de geração de emprego em janeiro de 2026

Foto: Divulgação/CDL

Feira de Santana registrou saldo negativo de 173 empregos formais em janeiro de 2026, segundo dados – ainda não revisados – divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ferramenta do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na última terça-feira (3).

Os dados ainda não sofreram revisão, o que pode aumentar ou diminuir o desempenho da cidade no mês analisado. O valor é resultado de 5.353 admissões contra 5.526 desligamentos. A ferramenta traz dados do emprego formal no Brasil, com registro em Carteira de Trabalho. Até janeiro de 2026, segundo o sistema, eram 146.963 trabalhadores feirenses com vínculos celetistas ativos, ou seja, trabalhando com CTPS assinada.

Na análise por setor da economia todos registraram desempenho negativo. Na Construção, foram 824 admitidos e 693 demitidos, com saldo de 131. A Agropecuária registrou 12 contratações e 23 demissões, saldo de -11 postos de trabalho. Indústria, com 650 admissões e 613 demissões, registrou saldo de 37 postos de trabalho. Comércio, com 1.346 admissões e 1.695 demissões, registrou saldo negativo de 349 empregos e Serviços, com 2.521 contratações e 2.502 desligamentos, encerrou o mês de janeiro com saldo de empregos de 19.

Com relação as contratações em janeiro, das 5.353 admissões, 3.255 (60,8%) foram homens e 2.098 (39,1%) mulheres. 1.521 (28,4%) trabalhadores tinham entre 18 a 24 anos e 4.034 (75,3%) com ensino médio completo. Trabalhadores de serviços administrativos foi a ocupação que mais admitiu, com 1.628 novos contratados. O salário médio real de admissão foi de R$ 2.389,50. Comparado ao mês anterior, houve um aumento real de R$ 129,39 no salário médio de admissão, uma variação em torno de +5,72%.

Sobre as demissões em janeiro, dos 5.526 desligamentos, 3.259 (58,9%) foram homens e 2.267 (41%) mulheres. 1.588 (28,7%) trabalhadores demitidos tinham entre 30 a 39 anos, sendo 4.217 (73,6%) com ensino médio completo. Trabalhadores de serviços administrativos foi a categoria de ocupação com mais demitidos, com 1.627 desligamentos.

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