Feira de Santana registrou saldo positivo de 760 novos empregos formais em novembro de 2025, segundo dados – ainda não revisados – divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ferramenta do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na última terça-feira (30). É o décimo mês consecutivo com números positivos na empregabilidade no município.
Os dados ainda não sofreram revisão, o que pode aumentar ou
diminuir o desempenho da cidade no mês analisado. O valor é resultado de 5.180
admissões contra 4.420 desligamentos. A ferramenta traz dados do emprego formal
no Brasil, com registro em Carteira de Trabalho. Até novembro de 2025, segundo
o sistema, eram 147.911 trabalhadores feirenses com vínculos celetistas ativos,
ou seja, trabalhando com CTPS assinada.
Na análise por setor da economia, a Construção registrou
saldo empregatício positivo, foram 650 admitidos e 369 demitidos, com saldo de
281. A Agropecuária, com 18 contratações e 26 demissões, fechou com saldo de –
8. Indústria, com 597 admissões e 734 demissões, registrou saldo negativo, com
encerrando – 137 postos de trabalho. Comércio, com 1.601 admissões e 1.401
demissões, registrou saldo positivo de 200 novos empregos e Serviços, com 2.314
contratações e 1.890 desligamentos, encerrou o mês de novembro com saldo de
empregos de 424.
Com relação as contratações em novembro, das 5.180
admissões, 2.988 (57,6%) foram homens e 2.192 (42,3%) mulheres. 1.503 (29%)
trabalhadores tinham entre 18 a 24 anos e 4.014 (77,5%) com ensino médio
completo. Trabalhadores de serviços administrativos foi a ocupação que mais
admitiu, com 1.685 novos contratados. O salário médio real de admissão em
novembro foi de R$ 2.310,78. Comparado ao mês anterior, houve um aumento real
de R$ 5,78 no salário médio de admissão, uma variação em torno de 0,25%. Já em
comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes
da sazonalidade do mês, o aumento foi de R$ 67,95 (3,03%).
Sobre as demissões em novembro, dos 4.420 desligamentos,
2.667 (60,3%) foram homens e 1.753 (39,6%) mulheres. 1.278 (28,9%)
trabalhadores demitidos tinham entre 30 a 39 anos, sendo 3.427 (77,5%) com
ensino médio completo. Trabalhadores de serviços administrativos foi a
categoria de ocupação com mais demitidos, com 1.327 desligamentos.
